Charles Möeller
Autor, diretor, ator, cenógrafo e figurinista. Charles iniciou sua carreira como ator com Antunes Filho e Gabriel Villela. No grupo Boi Voador, já como cenógrafo e figurinista, recebeu os prêmios mais importantes do teatro brasileiro: Mambembe, Shell, APETESP e APCA.

Sua carreira de autor e diretor ganhou destaque com o ressurgimento dos musicais no Brasil. Ao lado de Claudio Botelho, Charles criou espetáculos que marcaram época. O primeiro deles foi “As Malvadas”, prêmio Sharp de Melhor Musical em 1997. Depois “Cole Porter – ele nunca disse que me amava”, “Um dia de sol em Shangrilá” e “Cristal Bacharach”. Dirigiu “Company” ,”O Fantasma do Theatro”, “Suburbano Coração”, “Ópera do Malandro”, “Tudo é jazz! (The World Goes Round)”, “Lupicínio e outros amores”, “Lado a lado com Sondheim”, “Ópera do malandro em concerto” e “Sweet Charity”, que proporcionou a Charles o Premio Qualidade Brasil 2006 - Premiação Artística Cultural nas seguintes categorias: melhor espetáculo teatral musical; melhor atriz de espetáculo teatral musical (Claudia Raia) e melhor direção de espetáculo teatral musical para Charles Möeller e Claudio Botelho.

“Beatles num céu de diamantes” e “ A Noviça Rebelde” são os dois últimos sucessos da dupla Charles e Claudio.

Claudio Botelho
Ator, cantor e tradutor de musicais, Claudio Botelho foi protagonista de “Os fantástikos”, “Na bagunça do teu coração”, “Musicais in concert”, “De rosto colado”, “Hello Gershwin”, “Suburbano coração”, “Lupicínio e outros amores” e “Company”.

Em 2005 traduziu e atuou em “Lado a lado com Sondheim”. São suas também as versões em português de “Les Miserables”, “O beijo da mulher aranha”, “Victor ou Victoria”, “Candide”, “Company”, “A Bela e a Fera”, “Chicago” e “O Fantasma da Ópera”, “Lado a Lado Com Sondheim”, “Miss Saigon”, “My Fair Lady”, “ Sweet Charity”.

Ao lado de Charles Möeller, criou os musicais “Cole Porter – ele nunca disse que me amava”, “Cristal Bacharach”, “As Malvadas” e “Um dia de sol em Shangrilá”. Como diretores, realizaram “Sweet Charity”, “Ópera do malandro” , “Ópera do Malandro em concerto”, “Suburbano Coração”, Tudo é jazz! (The World Goes Round)”, “O abre alas” e “O fantasma do Theatro”, entre outros.

Aventura Entretenimento
“Criar, produzir e entreter”. Foi seguindo esse lema que os diretores Charles Möeller e Claudio Botelho, as empresárias Aniela Jordan, Beatriz Secchin Braga e Monica Athayde Lopes, a coordenadora artística Tina Salles e o empresário carioca Luiz Calainho se reuniram para criar a Aventura em 2008. Já em seu primeiro ano de atividade a empresa colocou em cartaz no Rio de Janeiro, simultaneamente, A Noviça Rebelde, Beatles num céu de diamantes e 7 - o musical. Os três espetáculos, juntos, levaram mais de 300 mil pessoas ao teatro em 2008, fato que não ocorria há tempos na cidade.

O sucesso de crítica e de público, associado aos diversos prêmios comprovam a qualidade e o enorme sucesso que a Aventura conquistou logo em sua estréia.

Em 2009 a Aventura chega a São Paulo com espetáculos que encantam o público de todas as idades, porque tratam de temas que estão em nosso imaginário, representados por uma execução artística impecável.

Com produção 100% nacional, a Aventura se prepara para apresentar muito mais, a começar pela ópera-rock Spring Awakening (O Despertar da Primavera), e a fábula musical Gipsy, duas adaptações de Möeller & Botelho. Emocionar o público no Brasil e no mundo, cantando e dançando as muitas trilhas sonoras de nossas vidas – é o que a Aventura sabe fazer.

Ed Motta
O cantor e compositor carioca Ed Motta criou-se com a música. Desde pequeno ouvia soul e funk, inclinando-se mais tarde para o rock. Participou como vocalista da banda Kabbalah, de hard rock. Ainda na adolescência abandonou os estudos para dedicar-se à música, já então fascinado pela música negra. Em meados dos anos 80 conheceu o guitarrista Comprido, com quem mais tarde formaria a banda Conexão Japeri, que gravaria seu primeiro disco, em 1988. Seus primeiros sucessos foram "Vamos Dançar" e "Manuel". Logo em seguida desligou-se do grupo.

Em 1990 morou em Nova York por um ano. Lá gravou um disco com músicos americanos que ainda não foi lançado.

De volta ao Brasil, compôs algumas músicas em parceria com Aldir Blanc, a trilha do filme "Pequeno Dicionário Amoroso" e excursionou pelo exterior. Em 1997 lançou o CD "Manual Prático para Festas, Bailes e Afins, Vol. 1", com repertório dançante, sem se desvincular de seu compromisso com o jazz e a música tradicional brasileira, apresentando em 2000 o show "Músicas Antigas e Algumas Inéditas". No começo do ano 2002, lança "Dwitza", o trabalho mais jazzy e introspectivo de sua carreira. Em 2005, “Aystelum” no qual o artista mantém sua marca registrada: experimentação de estilos e a sofisticação harmônica.